Arrebatadora
"A diferença entre nós é que eu sou um homem e você é uma barata. Você só precisa sobreviver por mais um dia, e eu preciso saber o porquê."

A Sutil Companhia de Teatro está completando dez anos de atividades. Fundada em Curitiba pelo diretor Felipe Hirsh e pelo ator Guilherme Weber, ela já montou 17 peças de autores variados, a maioria de seu próprio repertório, uma criação coletiva do elenco. Mas também deu lugar para os clássicos, como Arthur Miller em A Morte de Um Caixeiro Viajante (2003) e Estou te Escrevendo de um País Distante (1997), uma adaptação para Hamlet: mais clássico impossível. A Vida É Cheia de Som e Fúria, de 2000, ganhou 16 prêmios, inclusive o Prêmio Shell de Melhor Direção. A última de suas montagens, Avenida Dropsie, mudou a percepção e a maneira de enxergar a produção dramatúrgica contemporânea desta humilde colunista que vos escreve.
A primeira vez que eu vi a Sutil em cena foi um êxtase. Eu não sabia com o que estava lidando. Um texto brilhante, atores geniais do nível de Weber e Erica Migon, e um diretor do qual eu nunca havia ouvido falar, tamanha a minha ignorância em novas produções. Foi então que percebi o quão presa eu estava aos clássicos do teatro brasileiro. Mas não se pode estudar o novo sem conhecer o clássico. Fui ler tudo o que eu encontrava sobre o teatro que me precedeu (pasmem: havia muita coisa) enquanto me deliciava com as produções da Sutil e de outros grupos que vêm fazendo um trabalho admirável, a exemplo de Cemitério de Automóveis e Folias d'Arte.
A Sutil Companhia de Teatro domina essa cena. Eles estão criando uma nova maneira de se fazer teatro e deixando uma marca na cena nacional. Abaixo algumas fotos de Avenida Dropsie. A chuva torrencial que cai em uma das cenas dura quinze minutos e consome 6000 litros de água. Para ano que vem, Felipe promete aos seus fãs uma nova peça, chamada Inverno : mas só no segundo semestre. Ainda diz que fará algumas reapresentações de Avenida Dropsie e Som e Fúria. Vanessa Medeiros, redatora disso aqui, promete fazer greve de fome se a temporada não rolar. E ela não parece estar brincando.


Parabéns, Sutil! Ah! Esqueci de mencionar: como se não bastasse a ótima equipe de Avenida Dropsie, a voz em off era gravada pelo maravilhoso Guarnieri, que dispensa comentários...
Escrito por Vanessa às 10h59
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Fuvest
O mundo chora hoje. A Fuvest massacrou os vestibulando ontem. A vida é assim mesmo. Mas eles podiam ter pego menos pesado com a galera dos futuros bichos. O que será desta pobre criatura que vos escreve se a mania pega e os bichos ficam cada vez mais raros nos próximos trotes? Em quem descontarei meu desejo de vingança? [lágrimas] Triste realidade...
Escrito por Vanessa às 21h06
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Um pouco mais trágico do que Harry Potter
Harry Potter, contrariando todas as minhas expectativas, é um bom filme. Aliás, é divertidíssimo. Mas apesar deste grande evento, esta não foi, digamos, uma boa semana. Alguém está querendo impossibilitar todos os moradores do Morumbi de se arriscarem pelos demais bairros de São Paulo. Há duas semanas, um helicóptero caiu embaixo da ponte Eusébio Matoso, aquela do Eldorado. Esta semana foi a vez de duas enchentes inudarem a Francisco Morato, uma batida de ônibus na frente do Shopping e uma carreta virada perto da Vital Brasil. Eis a minha sentença: alguma coisa não está certa por aqui.
Os carros de reportagem se multiplicaram. Todos à espreita para um novo acidente. Já está se tornando rotina. Um amigo aposta em conspiração da Globo: é tudo culpa da família Marinho (eles andam sedentos por um furo de reportagem). Neste exato momento, a pouco mais de três quadras da minha casa, está acontecendo o Claro que é Rock, festival badalado dos ditos revoltados da ala musical da cidade. Se eu fosse eles, tomaria cuidado.
Escrito por Vanessa às 20h20
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Nota de consideração
Ontem à noite, este blog quase perde uma redatora de sua equipe. Vanessa Medeiros, 18 anos, se encontrava dentro de uma sauna rodoviária, mais conhecida como ônibus metropolitano, na ocasião em que o céu desabou sobre São Paulo. Algumas escoriações, enchentes e 3 horas depois, ela conseguiu chegar ao Shopping Butantã, de onde foi resgatada por um membro da família.
"Não tinha pra onde ir, eu estava cansada, sem saber o que fazer.", desabafa Vanessa, entre lágrimas. Parece que ela ainda não se recuperou do trauma. O episódio que mais chama a atenção na história diz respeito a um cabo de energia que estourou bem em cima do ônibus, na frente do Hospital Iguatemi.
Por motivos claros, Vanessa ficará de repouso por algum tempo. Será substituída na redação por um de seus alter-egos (até porque ela precisa assistir a Harry Potter amanhã). Esperamos que este seja um pouco mais divertido.
Escrito por Vanessa às 08h43
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Rotina.
"Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas.
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas."
Caetano Veloso, pra mim, através de um grafite no muro da Rebouças.
Escrito por Vanessa às 13h23
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Redação: Minhas férias
As férias (benditas!) estão chegando. Minhas aulas terminam no final desta semana, se o Santo Cásper Líbero permitir. Depois, é correr pro abraço! Como somos vagabundos, não? Depois de cinco feriadões seguidos, três quartas-feiras sem aula e uns quatro ou cinco dias em que eu cabulei as torturas acadêmicas mais conhecidas como aulas de Linguagem, eu ainda estou seca por um descanso. O problema é que desta vez vou ficar cerca de três meses em casa. Vai ser difícil agüentar os últimos dois...
Escrito por Vanessa às 16h04
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Pausa para um post intelectual
Eu li 8 peças em três dias: eu sou uma pessoa feliz.
Escrito por Vanessa às 17h41
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Contra erros gramaticais e as demais idiossincrasias do português-brasileiro
Por que, ó Céus, ninguém conhece o Português? Precisamos daquela chatice ambulante do professor Pasquale pra que alguém preste atenção no que escreve. Um amigo meu, uma vez, entrou num desses sites de encontros. Desistiu de meia dúzia de perfis porque continham mais erros do que caracteres. "Um revisor não pode agüentar uma coisa dessas!", dizia ele, consternado, entre um copo de água com açúcar e um suquinho de maracujá.
Não adianta colocar a culpa na falta-de-interesse-do-governo-na-educação. Pessoas com nível universitário, que estudaram em ótimas escolas particulares cometem erros estúpidos. Confundir uma crase é humano, separar sujeito de predicado com vírgula é apelar! E só colocam vírgula nesses casos, porque de resto ninguém sabe pra que serve a coitada.
A partir de agora, convoco um movimento pela virgulalização do mundo. Viva aos Apostos! Comemore os vocativos! Vamos gritar para o mundo que vírgula não é ponto final!
Como dizia uma professora de redação das mais brilhantes que eu já tive: "Meus alunos: pontuação não é opcional. Não importa se fica mais bonitinho assim." Sabedoria pra poucos...
Escrito por Vanessa às 16h07
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Muito prazer: este é meu Orkut!
No Orkut existe uma comunidade com o nome "Eu quero ler todos os livros do mundo". Não entrei porque fiquei com preguiça de ter outra comunidade-marketing-que-eu-nunca-vou-entrar. Essas são as comunidades que as pessoas entram só para que os outros saibam que ela entrou. Sua participação vai ser nula em todas as discusões, mas ela precisa que os outros saibam que ela "Só vai pro Céu se for Open Bar". Eu realmente quero ler tudo que encontro pela frente, mas que tipo de discussão vou ter num lugar desses que já não tenha em "Livros"?
Julgam que o Orkut não serve pra nada. Depende. Ele, em si, é só uma ferramenta, não esquecendo que, por trás do computador, existe uma pessoa, e ela sim é útil ou não. Eu entrei em diversas comunidades com ofertas de empregos e freelas pra jornalistas. Consegui dois trabalhos assim. Sem falar na infinidade de assuntos que você pode aprofundar em comunidades um pouco mais sérias do que "A gente se fode mais se diverte".
Eu gosto e desgosto do Orkut. Gosto porque, além de tudo que eu disse acima, ele supre a minha necessidade pessoal de atenção e convívio social com desconhecidos. Mandar um scrap é bem mais fácil do que parar um idiota na rua pra falar: "Oi, gostei de você. Posso ver o seu profile?" Até porque a infinidade de interpretações para essa frase tornam essa experiência bastante perigosa. Desgosto porque me viciei, e sinto que ele rouba um pouco da privacidade que eu gosto tanto. Qualquer um, a qualquer hora, pode ver o que te escrevem. Sua vida exposta assim, do nada. Isso é gostoso de vez em quando, mas meio invasivo.
Gostando ou não, é fato: o Orkut já é parte das nossas vidas. Que o diga o dono do Google. Esqueçam Pink e Cérebro: o Orkut vai dominar o mundo.
Ah! Leiam meu profile: (parece que agora é assim que a gente se apresenta)
http://www.orkut.com/Home.aspx?xid=5373802124986489740
Escrito por Vanessa às 19h18
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Um Outro Mundo é Possível? - Economia
O século XX foi marcado por uma luta de ideologias pautada principalmente pelo aspecto econômico e que, mais tarde, foi adquirindo contornos políticos inseparáveis.Os modelos sugeridos diziam almejar a igualdade sócio-econômica em seu mais alto nível, se propondo a solucionar problemas como a falta de condições adequadas à sobrevivência do círculo social, seja no âmbito humanitário (socialismo), seja no econômico (capitalismo). Com a morte da utopia comunista, a impressão que ficou foi a de que não temos outra saída, senão a do lucro.
O capitalismo neoliberal americano abriu espaço para a dominação globalizada. É fato que em muitas e diversas áreas de convívio humano, a situação pede uma maior integração e apoio mútuo entre as nações. Na economia essa interdependência é quase essencial. Mas o perigo se encontra exatamente neste ponto. A proximidade entre os países, além de gerar benefícios, costuma gerar exploração.
A febre pelo macro-mercado raras vezes deixou de prejudicar os pequenos produtores, sejam eles fazendeiros ou países subdesenvolvidos. Para camuflar a exploração e a má distribuição de renda destes tempos, convencionou-se chamar o que eram os países do terceiro mundo, no antigo cenário da Guerra Fria, de “nações em desenvolvimento”.
O estudo da área econômica ao redor do mundo tem se desligado cada vez mais deste aspecto humano e se restringido a questões financeiras. A independência que as grandes empresas adquiriram nas últimas décadas, acabando com o chamado Estado de Bem-estar Social dos anos 50 e 60, afirmou decididamente a virada econômica do século.
Os principais problemas do mundo atual estão ligados ao fato de que hoje a economia não serve mais à sociedade. A produção de alimentos em termos mundiais é mais do que suficiente para alimentar toda a população e extinguir de uma vez por todas o problema da fome. Mas estes números parecem não terem sido feitos para isso, mas para atingir objetivos pré-determinados pela sociedade do lucro inatingível, sempre insuficiente para seus parâmetros absurdos.
Existe uma saída que alcance uma evolução justa e baseada na igualdade e no progresso livre de exploração? Sempre existe. O apoio mútuo e um outro modelo de globalização que leve em conta as necessidades de cada povo são algumas delas. Mas uma mudança na economia mundial exige uma revolução. E revoluções exigem perdas e sacrifícios: tudo o que vai contra a lógica contemporânea do lucro irrefreável.
Este foi um texto que eu redigi para a aula de Filosofia. A proposta era dividir o mundo em áreas e responder à pergunta em questão. O que eu postei, obviamente, trata de economia. Pronto. Já se esgotou minha cota de assuntos sérios para este mês. Afinal, este é um blog família (plageando o LM. Desculpe, não resisti).
Beijos e um bom feriado a todos!
Escrito por Vanessa às 21h27
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Bendito descanso
Boa parte do meu mau-humor (um sentimento que toma conta de mim por 24 horas a cada ano bissexto) vem dos feriadões acumulados. Pra viajar precisa de grana. Pra ter grana precisa trabalhar. Pra trabalhar precisa ser menos vagabundo. Não é o meu caso. Pelo menos é o que pensam os caras do Rh dos testes de seleção. Triste, mas verdade.
Como conseqüência deste processo cósmico de conspiração contra a minha possível colisão com praias ensolaradas, os meus próximos quatro dias serão tristes, vazios e cheios de caracteres. Um ser maquiavélico e vil denominado Carlos Costa nos ameaça com chantagens caso o TCC da matéria dele não esteja pronto até dia 17. Lágrimas não ajudam nisso. Ele é durão.
Caso alguém precise de mim durante estes dias (caso óbviamente estúpido: ninguém nunca precisa de mim), vou estar arrancando cabelos e decupando filmes. No mais, bom feriado a todos. Se divirtam por mim. Pensando bem, um seminário de Linguagem na quarta-feira até que pode ser divertido. Uau, acho que isso está começando a afetar minha percepção lógico-sensorial. Seja lá o que for isso, preciso de tratamento.
Escrito por Vanessa às 20h57
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Eles Não Usam Black-Tie
Estou lendo a biografia do Guarnieri. Um grande amigo instalou a curiosidade em mim. Outro amigo querido (que, juntos, formam quase 2/3 dos leitores deste blog) ganhou o livro. Hoje, quando o vi escondido em uma prateleira empoeirada de bilioteca, não resisti. A leitura é leve, gostosa. Nada muito aprofundado, mas pelo menos me deixou com água na boca para conhecer outros textos. Agora preciso voltar ao meu deleite. Uma boa tarde a todos!
Escrito por Vanessa às 15h24
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O Grande 4º Bimestre
Se tem uma época da qual todos têm medo na faculdade é o 4º bimestre: aqueles dois meses finais em que o espaço da Unigazeta adquiri uma aura negra, nuvens se formam sobre as cabeças atormentadas dos alunos e o mundo parece girar cada vez mais devagar, prolongando a nossa tortura.
O caso se agrava ainda mais quando o indivíduo em questão detém a difícil tarefa de elaborar um TCC. Esses infelizes do quarto ano costumam ser vistos pelos corredores com expressões distorcidas e corpos curvados pelo medo. Dizem que é possível ouvir seus gritos à noite. Mais assustador do que a loira do banheiro, substituída pelos duendes do andar 3 e 1/2 (sim, existe esse andar) na versão casperiana.
No meu caso, a coisa é mais amena. Enquanto cada um dos doze professores competem desesperadamente pra saber qual deles consegue exigir mais caracteres em menos tempo, um cansaço desumano toma conta de cada um dos amigos e/ou inimigos em um raio de 3 km. Nem cinema no Reserva Cultural resolve uma situação destas. Pra piorar, eu cheguei à conclusão de que 78,4% daqueles meus amigos de infância (citados dois posts atrás) estão se matando das maneiras mais variadas possíveis por causa de uma forma medieval de tortura adolescente mais conhecida como vestibular.
Tomando nota: no dia 25 de novembro, organizar uma cervejada. Não convidar duendes, professores ou qualquer tipo de criatura estranha que me faça lembrar da Cásper Líbero.
Escrito por Vanessa às 12h24
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Frustração de paulista
Tenho um costume meio tonto já há muitos anos. Todo final de semana eu leio todos os guias culturais que meu escasso tempo permite. Essa é uma das únicas razões pela qual, aliás, eu toco naquela droga chamada Veja São Paulo, publicada por um bando de marqueteiros arrogantes denominados "funcionários da Abril".
Aí vem a parte frustrante. Nunca dá tempo de ir a tudo que eu quero. E eu que acreditava naquela máxima que diz: "Tempo a gente arranja." Talvez eu ainda acredite. No fundo, eu quero pensar que organizo mal minha vida e que, com um pouco mais de disciplina, seria capaz de ver duas peças do Zé Celso em menos de dez horas. Ledo engano.
Mal de paulista. Nasci agitada, em constante efervescência cultural, assim como minha cidade. Faço mil planos e cumpro 32.3, na maioria dos casos. Nas últimas férias, fui a doze exposições em um mês. Sem falar nos cinemas e teatros. Deu uma média de um evento cultural a cada dia e meio. Meu próximo descanso merecido (que já está assinalado com caneta vermelha no meu calendário) está marcado para ter início em 25 de novembro. Vai durar cerca de dois meses e meio. Haja sola de sapato e ônibus lotado, porque eu vou precisar.
Escrito por Vanessa às 16h28
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Pela amizade de infância
Nada tão delicioso como reencontrar amigos. Essa é uma das poucas certezas de que tenho na vida. Em um sábado à tarde, tomando qualquer coisa em um bar desconhecido, as lembranças correm soltas e a intimidade é coisa pra se emocionar. São amigos de escola que te dão o direito de dizer "vai à merda" quando você quer dizer "eu te amo".
São amigos de escola que sabem o que você sente antes mesmo de abrir a boca. São eles que entendem aquelas piadas bobas que vocês criaram há um século e não têm coragem de esquecer. É na casa deles que você pode bater a qualquer hora só pra passar a tarde jogando conversa fora. Pros seus amigos você pode ligar no meio da Sessão da Tarde só pra comentar a tosquice do diretor de "A Volta dos Mortos Vivos".
A todos os meus amigos de escola, um beijo mais do que especial. Vocês significam muito, mesmo quando longe.
Escrito por Vanessa às 09h07
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Revolução
Tomei uma das decisões mais importantes da minha vida: sou atriz, não jornalista. Agora só falta saber o que fazer com isso.
Confusão. Preciso de ajuda. Alguém se habilita?
Escrito por Vanessa às 14h57
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Catarse
Falta um dia. Estou uma pilha de nervos.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!
Pronto. Todos deveriam ter acesso a um grito virtual.
Escrito por Vanessa às 21h44
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Fragmentos de uma vida prestes a entrar em cena
Entrevista antiga e memorável
_ O meu objetivo de vida? Dizer o que nunca foi dito. As pessoas chamam isso de original. Eu chamo de sensível.
Repensando limites
_ Além do horizonte? Isso é muito subjetivo.
Ligando Nelson Rodrigues ao nosso mundo
_Está na hora da homeopatia.
Conversa de corredor (de quando todos nós precisamos de abstração)
_Sexta-feira é um dia chato.
_Weber chamava isso de tipo ideal.
_Hã??
Escrito por Vanessa às 12h54
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, JARDIM LONDRINA, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros MSN - vana_medeiros@msn.com
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